Hawking e Deus

Foi publicado no site da BBC Brasil que o Professor Stephen Hawking está prestes a lançar um novo livro em parceria com o físico Leonard Mlodinow em que, segundo o site, descarta Deus como razão da existência do Universo, intitulado The Great Design (“O Grande Projeto”, em tradução livre). – Não é a primeira vez em que Deus já não serve como explicação de algum fenômeno no Cosmo, de seu comportamento ou das leis pelas quais é regido. – Bom, deixando a digressão de lado, o que mais me impressiona é que as palavras de um cientista, na maioria das vezes, são tomadas de forma equivocada. Quando o Professor Hawking disse em seu livro de 1988 Uma Breve História do Tempo que “Se nós descobrirmos uma teoria completa, será o triunfo definitivo da razão humana – pois então nós deveremos conhecer a mente de Deus”. A palavra Deus aqui é interpretada pela maior parte das pessoas como o Deus que elas imaginam e não como Deus da forma que se refere o professor. Deixe-me ser mais claro: talvez para uma pessoa que segue a religião cristã, por exemplo, esse deus do qual a mente é decifrada é o deus do velho testamento, o qual criou o céu e a terra, o bem e o mal, que pode te mandar para o pior lugar jamais imaginado, de sofrimento e dor se você não o adorá-lo e for submisso a ele por toda a sua miserável vida que só faz sentido se for para servi-lo (desculpe-me mais uma vez pela digressão) e etc., deixando o gostinho de prova, ou do indício, de um deus pessoal e ativo na regulamentação das ordens do Universo, já que esse é o entendimento de Deus para eles, um Deus pessoal.

Uma bela colocação feita por um dos maiores divulgadores da ciência, e astrônomo Carl Sagan onde ele diz que o Universo provém de uma força da qual não temos nenhum conhecimento ainda, que a partir dela tudo teve sua origem, que por sua causa é que estamos aqui. Podemos chamá-la do que quisermos e se preferir pode chamá-la de Deus; talvez, nesse contexto é que passaríamos a entender a mente de “Deus” como sugeriu Stephen Hawking. Nesse novo livro, em que alguns trechos já foram publicados, Hawking afirma que “a criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada”, e mais uma vez pode ser interpretado como uma alfinetada no deus de cada um, já que o exclui até mesmo de sua idéia inicial. Em mais um trecho encontramos a afirmação de que “Devido à existência de uma lei como a da gravidade, o Universo pode e vai criar a si mesmo do nada”, ratificando aqui a idéia de que ainda temos um “causador” (Não gosto de usar esse termo, pois acabo dando força à afirmação de que o Universo teve uma causa, um propósito e não é o que quero passar).

Onde quero chegar é no ponto de que a interpretação das palavras é feita de acordo com as conveniências e ideologias de quem as lêem. Talvez Stephen Hawking estivesse, e continua falando, da mesma coisa o tempo todo; com alguns chamando, hora de Deus, hora de Leis, hora de “nada”. Talvez eu mesmo possa estar interpretando isso desta forma por estar me baseando em minhas próprias condutas e modos de pensar. Não importa.

A Rock’n'Roll refugee

O que dizer do indescritível, o que falar do inexplicável e, principalmente, o que analisar no impecável; são para esses dilemas que fui levado depois da madrugada desta quarta-feira quando finalmente consegui assistir ao show que data de 1980-81 de uma das maiores bandas de todos os tempos: Pink Floyd.

Não quero aqui discorrer sobre as qualidades do grupo e muito menos sobre meu, podendo até exagerar um pouco (ou não) dizendo, fanatismo por ele. Quero apenas descrever as sensações e impressões que tive durante quase duas horas de genialidade e loucura de mentes brilhantes e doentias de um tempo que parece que nunca voltará; pelo menos, o que vem se demonstrando atualmente, é que ninguém conseguiu ainda superar ou chegar perto de tanta criatividade e paixão em produzir uma obra de arte que foi o disco “The Wall” (1979) e um espetáculo tão completo e edificante como foi o “Is There Anybody Out There? – The Wall Live” (1980-81). Que podem provocar, mesmo depois de mais de 25 anos, surpresa e excitação nos que presenciaram essa época ou mesmo os que nem lá estavam.

Introduções são chatas e sempre acabo dizendo o que disse que não diria. Complicado, não?

Não interessa o que dizem. Não me ofendo nem um pouco e às vezes nem discordo de quando algumas pessoas falam que Pink Floyd é música para/de doido.

O espetáculo já começa fazendo você sentir na carne um puta sentimento de envolvimento com a melodia e de repente ouve-se uma voz  apaziguadora e inexplicavelmente parece que uma fina camada de gelo se quebra debaixo de seus pés e você se sente vulnerável e solitário, mas o sentimento continua a envolvê-lo na trama, é uma sensação estranha e muito forte. Uma parede começa a se erguer entre você e o resto do mundo, você começa a esquecer de tudo e a cada minuto que passa, é assentado outro tijolo no muro; você fica mais longe da realidade e mais perdido em pensamentos. Quando subitamente sente-se no dia mais feliz de sua vida, perdido em lembranças de coisas que nunca nem mesmo aconteceram com você, mas não tem como escapar da envolvente música que toca ao fundo. Mais uma parte de sua mente confusa é ativada e então é despertado um sentimento profundo de libertação e rebeldia: “Não precisamos de educação!”, afinal de contas somos mesmo apenas outro tijolo no muro. Muro que te deixa afastado da realidade, mas que ainda não é capaz de levar embora suas inseguranças e medos; Não tem jeito.

É quando nos vêm à mente a figura da mãe, que nos momentos mais difíceis está ali para deixá-lo seguro e limpinho como um bebê, você se sente em um lapso de minuto a pessoa mais protegida do mundo. Algo acontece, e acaba conturbando seus pensamentos doces de aconchego; te deixa agitado como um soldado em um campo de batalha; é hora de dizer adeus ao céu azul que iluminava seu pequeno momento de conforto e segurança; agora tudo não passa de espaços vazios como deserto, não sabemos pra onde ir e não sabemos o que devemos fazer agora. Mas ainda assim continuamos a nos sentir jovens.  Jovens e aventureiros; queremos conhecer novas pessoas e lugares. Jovens luxuriosos, “refugiados do rock”; queremos mulheres e bebidas, carros e dinheiro, guitarras e fama.  - Pode ser uma das minhas vezes de completa loucura e insensatez e por isso peço que não me deixe agora, pois outro tijolo no muro foi firmado e esse é um dos últimos tijolos. O muro que antes era um escape do mundo real acaba se transformando em prisão. “Adeus mundo cruel!”. Então é assim que termina? Não. É hora de repensar tudo o que aconteceu; hora de acordar.

Há um imenso muro que não te deixa mais voltar à realidade. Ei, você agora está envolvido em um sentimento de confinamento e mais uma vez sente-se vulnerável e solitário, não consegue sair. Só que agora você não sabe se há alguém lá fora, atrás do muro. O que você mais quer é uma ajuda para se libertar dessa aflição, mas parece que não há ninguém em casa. A sensação não é muito boa no começo, mas com o passar do tempo você começa a tornar-se confortavelmente entorpecido, como em um transe ou em vezes que a febre é tão alta que começam a surgir alucinações.

Você nada mais é do que um super astro do rock, então levante, pois o show deve continuar. Que entre o Mestre de cerimônias! É você quem tem as rédeas da sua vida e você sente na carne que o que esta acontecendo é real e nada mais pode te impedir de conquistar seu ‘mundo’, agora você faz cada vez mais parte de sua ilusão. Ao que parece tudo está funcionando. Mas funcionando como o inferno: você se torna o ditador desse ‘mundo’ e o poder toma conta de suas atitudes e de sua cabeça. As pessoas ao seu redor nada fazem além de esperar pelos vermes que comeram seus corpos em putrefação. Poder, ambição, fantasias, mentes fracas e controláveis… PARE! Tudo começa a desmoronar, mesmo em sua fantasia induzida, e é chegada a hora do seu próprio julgamento. Você é réu e juiz. É hora de pesar suas ações em uma balança chamada consciência. Está em tempo de se libertar da prisão, do exílio que você construiu para escapar do mundo real, mas que acaba te levando à loucura sem fim. Você bate o martelo. Absolvido! Esta na hora de ficar do lado de fora do muro novamente.

Depois disso tudo, dessa completa viagem pelo subconsciente que esse show pode proporcionar. Você pode até perguntar se é ou não música para doidos e é capaz de eu responder que sim.

Pois a linha tênue que tange loucura e sanidade nada mais é que a mesma linha que tange o brilhantismo e a opacidade do intelecto humano.

I will be back… maybe.

Há um bom tempo que não escrevo nada aqui e nem mesmo lá no iTouchBrasil.com – peço desculpas ao amigo Nash – mas, além da inspiração, faltou-me tempo e disponibilidade para criar qualquer tipo de postagem.

Sabe como é, neh? Férias, noiva em casa e muita preguiça acabam com a criatividade de qualquer sujeito; ainda mais quando não se tem o hábito de escrever como eu, mesmo tendo muita vontade mesmo de ser um escritor assíduo, acabo não conseguindo organizar minhas idéias e as pôr para fora, em um texto ou mesmo em diálogos, da mesma forma como elas se organizam em minha cabeça.

Inicia-se um novo período na faculdade e espero que com esse clima de estudos, leituras e redação de trabalhos e projetos, a criatividade aflore. Para meu próprio bem. Se não é zero, neguin.

Paixão e frustação

Tenho que assumir que uma de minhas maiores vontades, podendo-se dizer até uma paixão, é tocar algum instrumento. Guitarra, bateria, piano – como gostaria – ou qualquer outro instrumento musical que dê pra se fazer um som legal (diga-se rock ‘n roll). Ok. Não toco porra merda coisa alguma. Não consigo tirar nem atirei o pau no gato com um violão, mas sei fazer um air band espetacular!

Desde que comecei a gostar de um som mais heavy, desde muito cedo, uma das bandas que mais me deixava embasbacado era o Metallica. Nossa! Como adoro ouvir Master of Puppets no talo, cantar cada palavra, tocar cada nota na minha guitarrinha imaginária. Como essa música me contagia. E como. O mais perto que cheguei de tocar Metallica me sentindo o Kirk foi no Guitar Hero. Quanta emoção.

Todo jovem passa anos a finco na expectativa de assistir seu ídolo em uma apresenatção memorável que vá leva-lo a um grau de êxtase inimaginável com aquele solo predileto dele. O quê!? Também me sinto assim. O problema de se gostar do bom e velho rock n’ roll é que não se pode ter muita esperança de ver um show com os integrantes daquela melhor fase da banda onde eles botavam pra quebrar em toda apresentação ou, até mesmo, não dá pra esperar que muitas bandas se apresentem hoje em dia. Coitados dos velinhos metaleiros, esgotaram suas energias com drogas e mulheres. Não sei como alguns ainda estão vivos!

Já tive o prazer de assistir, alí, bem na minha frente, o Príncipe das Trevas. Não era todo o Sabbath, mas, cara, era o Ozzy Osbourne na frente dos meus olhos cantando War Pigs com o monstro do Wylde ao seu lado! Que dia inesquecível.

Há não muito tempo veio a notícia de que o Metallica iria se apresentar no Brasil com a turnê do Death Magnetic. Que foda! Quase tive um orgasmo. Pensei logo: “São Paulo, Porto Alegre e depois Rio de Janeiro! Puta que pariu! Não acredito nisso!”. É, as últimas frases são as que se encaixam melhor na situação agora.
Não dá pra acreditar que uma banda do porte do Metallica não vai se apresentar na terra do Rock in Rio! Um absurdo sem fundamento algum. E os fãs? Como é que ficamos? Tá difícil de ir em um show na sua própria cidade, quem dirá em outro estado e ainda por cima pagar uma fortuna pra ficar lá ná ultima fila da arquibancada.

Me parece que a turma do James esmagou a porra dos meus sonho. Não só os meus, mas de toda uma legião de fãs daqui do estado do Rio.
Mesmo assim, com essa decepção, com toda a desilusão dessa notícia, continuamos a aguardar outra oportunidade de ver um de nossos ídolos ainda vivos para uma apresentação que possamos contar aos nossos filhos depois.

Podemos dizer pra eles que não fomos no Metallica porque eles estavam com medo de que o jatinho deles fosse derrubado. ;)

Daureo Costa

Tutorial – Criando Logotipo Itaú Banking 3D

1° –  Abra um documento com o tamanho de 650px por 500px.

2° – Selecione a ferramenta Rounded Rectangule Tool(u) com as seguintes configurações: Fixed Size 320px X 320px, Radius 70px e Cor #0659a5. Renomeie a camada para SHAPE.

3° – Duplique o shape do passo anterior, sete a cor com #064b8a, renomeie a camada para SHAPE2. Mova a camada SHAPE2 para debaixo da camada SHAPE, e arraste-a conforme a figura abaixo:

4° – Configurando o gradiente do shape, na camada SHAPE configure o gradiente conforme a figura abaixo:

Ainda na Layer Style configure a opacity para 80%.

5° – Na camada SHAPE2 repita o passo 4 e sete a opacity em 100%. O resultado será esse:

6° – Vamos a tipografia, a fonte é a HELVETICA BOLD. Escreva Itaú com a cor #fce32e. Em bleding options vamos aplicar Drop Shadow, Opacity: 35 % e Distance: 6, as outras opções deixe o padrão. Aperte OK. Duplique a camada Itaú e sete a cor #b3b140, descarte o bleding options e a mova 2 vezes para baixo e 2 vezes para a esquerda com a seta do teclado. Ajustando conforme a figura abaixo e pronto.

Fim.

Review – AroundMe

AroundMeAroundMe

Hoje venho tentar descrever mais um aplicativo que tive a oportunidade de testar.

O AroundMe é um aplicativo gratuito que pode ser encontrado na AppStore.

O AroundMe é bem prático e útil pra quem tá meio perdido ou não sabe onde fica aquele restaurante recomendado por um amigo. O AroundMe te localiza no globo tanto por GPS, no caso de iPhones com suporte, quanto por triangulação da rede sem fio a qual você está conectado, que é o caso dos iPods Touch. A partir daí ele lhe dá uma lista de tipos de estabelecimentos, e outras coisas que possam ser úteis, que fiquem próxima a sua localidade atual. Tudo muito simples e fácil na tela do seu gadget.

Ele pode até mesmo traçar rotas até o local desejado utilizando o Maps do Google.

Uma funcionalidade muito boa também é que ele fornece alguns dados dos estabelecimentos que podem vir a ser de muita utilidade. Vai que você tá em casa com aquele preguiça de domingo, você procura uma pizzaria por perto mas não quer ter o trabalho de ir até lá. É só olhar nas informações do lugar, pegar o telefone e pedir aquela entraga especial de uma pizza tamanho família pro almoço. O que acha?

Claro que o app deve ter muito mais coisas a serem exploradas, mas isso fica a seu encargo. ;)

Review – Cydia

Até que enfim tomei vergonha na cara – leia-se coragem – e fiz JailBreak no meu iPod Touch 32GB 2Gen. Na verdade, essa é a 2ª vez que faço esse processo no meu gadget. Na primeira vez me borrei todo achando que tinha ferrado com o Wi-Fi do aparelho e o restaurei.

Agora foi pra valer. Fiz o Jailbreak com o Blackra1n do GeoHot e, como todo iniciante, instalei o Cydia.

Minha primeiro motivação em relação ao Cydia foi a possibilidade de instalar o iBluetooth para transferência de arquivos entre o iPod e outros aparelhos através do bluetooth, que é meio que bloqueado pela Apple só para funcionar com headsets.

Ótimo, o iBluetooth ainda não funciona em iPod Touch. Sem problemas. Encontrei vários apps de muita utilidade que não são possíveis de se encontrar na AppStore da Apple.

O Cydia é bem completo. Tem quase tantos apps quanto a AppStore se for levar em conta os úteis de lá ( E gratuitos, claro). Lembrando que o Cydia também tem apps pagos, feitos por desenvolvedores muito criativos que por entre outros motivos não conseguiram publicar seus produtos na lojinha da Apple.

Em posts posteriores farei um pequeno review como esse sobre apps, tanto do Cydia quanto os da AppStore.

Até mais!

Mais um post teste

Mais um post para testar algum recurso novo. Agora estou escrevendo este post no app Wordpress 2.0 para iPod Touch. Funciona perfeitamente. Interface amigável, simples e bonita. Essa com certeza é uma ótima ferramenta para Posts quando não se tem um computador por perto. Dependendo do computador pode ser até melhor. ;)

E é só.

Update: Mal saiu a versão 2.0 e já tem a 2.1. Update feito da versão 2.1.

Post from iPod Touch

Post de teste direto do aplicativo Wordpress para iPod Touch. Por enquanto, pelo menos para posts, é tudo bem simples mesmo. Como sempre, até mais.

Primeiro post, primeiro teste!

Bom, faz pouco tempo, bem pouco mesmo, que utilizo essa ferramenta maravilhosa que está se demonstrando o WordPress. Visual super-intuitivo, fácil manuseio e coisas que ainda quero descobrir e estou muito ansioso. Espero me dar bem com a blogosfera, mas só depois de me aperfeiçoar bastante no assunto.

Acho que é isso.

Até a próxima.

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